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Clube de Aeronáutica
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efemérides de setembro

1867 -  Foi feita, em frente à Fortaleza de Humaitá, a vigésima e última ascensão do balão de observação do Exército Brasileiro, na Guerra do Paraguai; 12 ascensões foram feitas durante o mês que antecedeu a ofensiva montada pelo Marques de Caxias; as outras ascensões foram realizadas na vanguarda da famosa “marcha de flanco” executada pelo Marques de Caxias. (25 de setembro)

 

1898 -  Santos-Dumont realizou, no Jardim da Aclimação em Paris, a primeira experiência com seu balão dirigível nº 1. (18 de setembro)

 

1900 -  Santos-Dumont realizou, no Campo do Aeroclube da França, em Saint-Cloud, Paris, a primeira experiência com o seu balão dirigível nº 4. (05 de setembro)

 

1901 -  Santos-Dumont realizou em Saint-Cloud, Paris a primeira experiência com o seu balão dirigível nº 6. (06 de setembro)

1903 -  Depois de se ter coberto de Glórias em Paris com as suas experiências com balões dirigíveis, Santos Dumont chegou ao Rio de Janeiro a bordo do vapor “Atlantique”. (07 de setembro)

 

1907 -  Santos-Dumont realizou a principal experiência no rio Sena em Paris com o seu deslizador aquático nº 18; o “Santos-Dumont nº 18” tinha um flutuador central e dois flutuadores laterais, todos três em forma de charuto; era equipado com um motor “Antoinette” de 100 cavalos vapor. (25 de setembro)

 

1909 -  Santos-Dumont, voando num aeroplano “Demoiselle” estabeleceu um Record de velocidade de 96 km/h percorrendo em 5 minutos os oito quilômetros entre Buc e Saint Cyr em Paris. (13 de setembro)

 

1918 -  Faleceu na Inglaterra, na Escola de Aviação de Eastbourne, a primeira vítima da Aviação Naval, o Tenente de Marinha Eugênio Possolo, num choque de aviões quando realizava um treinamento de vôo de grupo com aviões de caça monoplaces Sopwith “Camel”. (05 de setembro)

 

1922 -  O aviador Frances Rene Fonk, grande “ás” da I Guerra Mundial, fez demonstração aérea no Rio de Janeiro. (03 de setembro)

        - Foi inaugurado, na cidade de Santos, o Monumento a Bartolomeu de Gusmão.(07 de setembro)

        - A Aviadora brasileira Anésia Pinheiro Machado realizou o vôo São Paulo – Rio de Janeiro (Campo dos Afonsos) num biplano Caudron batisado com o nome de “Bandeirante”. (09 de setembro)

 

1927 -  Foi concedido pelo Ministério de Viação e Obras Públicas, o Certificado de Matrícula nº 1 à aeronave mercante P-AAA “Atlantico”, um hidroavião bimotor Dornier-Wall para 10 passageiros pertencentes à Companhia de Viação Aérea Rio-grandense (VARIG) (16 de setembro)

 

1931 -  Decolou do Campo dos Afonsos o avião de bombardeio Amiot “Duque de Caxias”, da Aviação Militar, para realizar um reide percorrendo capitais da América Latina; o avião era um monomotor, de fabricação francesa, equipado com um motor Lorraine de 750 HP. A tripulação compunha-se do Capitão Arquimedes Cordeiro e dos Primeiros-Tenentes Francisco de Assis Corrêa de Melo e Godofredo Vidal. (11 de setembro)

 

1936 -  Foram apresentados à imprensa os dois primeiros exemplares de série do avião nacional M-7 (Muniz-7) projetado pelo engenheiro aeronáutico brasileiro Capitão Antonio Guedes Muniz; nesse mesmo dia os dois aviões M-7 realizaram um vôo do Campo dos Afonsos para o Campo de Marte em São Paulo. (30 de setembro)

 

1938 -  Pelo Decreto-Lei nº 678 foi aprovado o Regulamento para a concessão de Subvenções aos Aeroclubes, Clube de Planadores e Escolas Civis de Aviação. (12 de setembro)

 

1941 -  Foi criado o Serviço da Fazenda do Ministério da Aeronáutica (Decreto nº 3625) (17 de setembro)

 

1942 -  Foi criado o Quadro de Infantaria de Guarda do Corpo de Oficiais da Aeronáutica (Decreto-Lei nº 4.754) (29 de setembro)

 

1944 -  Foi inaugurado o Mausoléu dos Aviadores no Cemitério de São João Batista, no Rio de Janeiro. (28 de setembro)

 

1945 -  Foi aprovada a Convenção sobre a Aviação Civil Internacional, concluída em Chicago a 7 de dezembro de 1944, por ocasião da Conferência Internacional de Aviação Civil e firmada pelo Brasil, em Washington, a 29 de maio de 1945 (Decreto Lei nº 7952). A referida “Convenção de Chicago” foi promulgada no Brasil pelo Decreto nº 21713 de 27 de agosto de 1946. (11 de setembro)

 

1946 -  Foi dada nova organização ao Ministério da Aeronáutica e à Força Aérea Brasileira ( Decretos Lei nºs 9.888 e 9.889 respectivamente). (16 de setembro)

        - A Constituição Federal de 1946 estabeleceu, no nº XI do seu Artigo 5º, que compete à União: “manter o serviço postal e o Correio Aéreo Nacional”. (18 de setembro)

 

1947 -  Foi criado, na Base Aérea de São Paulo em Cumbica, o “Curso de Tática Aérea” (Decreto nº23.598). (01 de setembro)

 

1948 -  Foi concedida à “Aerolinee Italiane Internazionali” (A.L.I.I.), com sede em Roma, autorização para funcionar no país (Decreto nº 25.602). (28 de setembro)

 

1953 -  Foi realizada a primeira travessia transatlântica por um avião da Força Aérea Brasileira; a “Fortaleza Voadora” B-17 nº 3.663, pertencente ao 6º Grupo de Aviação, decolou de Natal e atravessou o Atlântico em dez horas e quarenta e cinco minutos, indo pousar em Dakar; regressou no dia 04 de setembro, em vôo direto para Recife. (01 de setembro)

 

1955 -  Foi concedida concedida autorização à “The Japan Air Lines Company Ltd” autorização para funcionar no país (Decreto nº 37.993) (28 de setembro)

 

1956 -  Foi criada a “Medalha Santos-Dumont” (Decreto nº 39.905) (05 de setembro)

 

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curso de formação de piloto de vôo esportivo

O Clube de Aeronáutica foi fundado em 5 de agosto de 1946 na Cidade do Rio de Janeiro como uma associação civil de âmbito nacional, sem fins lucrativos, de caráter assistencial, cultural, desportivo, recreativo e social, sem, entretanto, desenvolver qualquer atividade aérea. Com o passar do tempo, o advento das aeronaves ultraleves fez renascer, no peito dos velhos Pilotos de Combate, a vontade de,  mais uma vez, “libertar-se dos amargos grilhões da terra e dançar feliz no espaço, nas asas prateadas da alegra”.

São, pois, esses velhos Aviadores, formados pela Escola de Aeronáutica - os menos novos - e pela Academia da Força Aérea - os mais novos - que fizeram parte, outrora, das Unidades Aéreas da nossa Força, onde foram, ora aprendizes, ora instrutores, que hoje  põem essa experiência a sua disposição,  para transformar, em segura e prazerosa realidade,  seu sonho de voar.

Assim sendo, é nossa pretensão:

● manter o mesmo padrão de excelência da Força Aérea na formação de pilotos de vôo esportivo;
● divulgar as coisas da Aviação e facilitar o acesso de pessoas interessadas em aprender a voar;
● proporcionar o intercâmbio entre os pilotos das diversas categorias aeroesportivas;
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